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Gislene Viana dá entrevista para Auto Informe na VUC FAIR.

Venda de comida na rua ganha status com os “food trucks”.

26/11/2014

O mercado de food trucks, caminhões que vendem comida na rua, está em franco crescimento. Em diversas cidades já existem os food parks, local que funciona como uma feira de comidas de rua e os donos dos pequenos caminhões se cadastram junto aos organizadores, garantindo espaço para o seu restaurante móvel. As pessoas que frequentam esses locais têm diversas opções, como comida japonesa, mexicana, lanches, salgados, sorvetes, café, entre outros.

 

Esta novidade, ou a modernização das comidas de rua, é uma tendência em diversos países da Europa e nos Estados Unidos e agora está aquecendo o mercado brasileiro.

 

A VUC Fair, feira de veículos comerciais que está sendo realizada no Centro de Convenções Imigrantes, em São Paulo, mostra uma infinidade de opções para quem quer investir no segmento. São dezenas de opções de veículos, adaptações e opções de comida.

 

Já existem empresas especializadas na preparação do baú do caminhão, transformando em um “míni restaurante”, caso da Fag Brasil, que oferece preparações para vans, kombis e baús, com preços que variam de R$ 30 a R$ 150 mil. No estande da transformadora na VUC Fair o visitante pode conhecer muitas opções para fazer a sua comida de rua.

 

Uma das sócias da empresa, Gislene Gonçalves, comenta a chegada deste segmento no Brasil: “O food truck chegou para descaracterizar a má imagem da comida de rua. São carros novos, que preservam a limpeza e a boa aparecia, servindo comidas de qualidade em espaços devidamente preparados, fazendo com que o brasileiro veja esse tipo de serviço como um restaurante móvel”, disse, destacando que alguns food trucks são comandados por chefes de cozinha que já passaram por grandes restaurantes.

 

Gislene ainda comenta sobre o aumento da procura de empreendedores por food trucks, após o estouro desta tendência no Brasil: “Este ano o nosso faturamento aumentou em 25%. Por mês, a empresa prepara entre 10 e 15 box”.

 

Kátia Tess entrou no ramo de food trucks há dois anos e meio com uma lanchonete móvel chamada A Dogueria, que depois do sucesso nas ruas se tornou uma lanchonete fixa na Chácara Santo Antonio e falou sobre a grande procura que já existe pelas comidas de rua: “Em média no ponto onde eu trabalho atendo 80/90 pessoas em dias ruins, como segunda e terça e às sexta-feiras chego a atender 250 pessoas”.

 

Kátia comentou sobre alguns clientes que aderiram á nova tendência das comidas de rua: “Alguns clientes nos ‘seguem’ assim como se faz na internet. Já tive experiências de pessoas que procuraram na internet onde o meu carro estaria e foram até lá”.

 

Mas para trabalhar com o food truck é  preciso ter autorização da prefeitura, tirar o TPU (termo de permissão de uso), que libera o VUC para ficar na rua e comercializar os produtos. Hoje a autorização vale apenas para um lugar da cidade, mas os comerciantes estão em processo com a prefeitura para que ela seja válida para quatro áreas.

 

Matéria: Caio Bednarski – Auto informe.

Fonte: autoinforme.com.br

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